Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta group relations

Workshop Group Dynamics

Nos dias 21 e 22 tivemos a oportunidade de trabalhar dois dias com Lionel Stapley (Director da OPUS ) sobre dinâmica consciente e incosnciente de grupos, usando para esse efeito o método de "Small Study Groups" introduzido por W. Bion na Tavistock no anos 50. Foi uma excelente introdução ao estudo psicodinâmico do funcionamento dos grupos. O próximo passo, sem sombra de dúvida, terá que ser uma conferência de Group Relations . Fica a foto para a posteridade. PVS

Group Relations

Being Meaning Engaging é o nome da próxima conferência de Group Relations promovida pelo Grubb Institute, uma excelente oportunidade para explorar na prática dinâmicas relacionais associadas aos processos de gestão e liderança de grupos. Normalmente muitos dos participantes das iniciativas do Grubb Institute são de organizações sem fins lucrativos. PVS

O modelo Tavistock

Para quem ainda tem tempo para ler, descobri que está online a colectânea completa dos três livros Tavistock Anthology: The Social Engament of Social Sciences . Os três volumes são constituídos por uma colectânea de textos inovadores e que marcaram os primeiros anos do Instituto Tavistock após a cisão com a Clínica Tavistock, que dão conta da aplicação dos conhecimentos adquiridos na área da teoria psicanalítica, sistémica e group relations, à compreensão de fenómenos organizacionais e sociais. No conjunto dos três volumes devo reforçar que o primeiro volume, " The Social Psychological Perspective " é quase todo de leitura obrigatória e, acreditem, depois de lerem o livro ficam com um novo olhar sobre a vida das organizações. PVS

Abordagem Systems-Psychodynamic

O trabalho de consultoria que temos desenvolvido em diversas instituições sociais tem por enquadramento teórico o que hoje se designa por abordagem Systems-Psychodynamic. Algumas pessoas tem solicitado alguns esclarecimento sobre esta abordagem que cruza conhecimentos vindo da teoria sistémica e da Psicanálise. A origem do termo Systems-Psychodynamic é associado muitas vezes à publicação do livro de Eric Milles e A.K. Rice "Systems of Organization" em 1967. Contudo os autores nunca utilizam o termos para definir a sua abordagem teórica. Segundo Amy Fraher (2004), só no final dos anos 80 é que Eric Miller, na altura director do programa de Group Relations do Instituto Tavistock, cunhou o termo. No início de 1992, no âmbito de uma redefinição estratégica do Instituto Tavistock, Eric Miller propõe que o conceito Systems-Psychodynamic seja aprofundado e desenvolvido, constituindo para isso uma equipa de investigadores e consultores organizacionais. Wesley Carr, Tim Dartington...

Ainda a aprender de forma experiencial

A continuação da formação na Tavistock foi excelente. Superou de longe as minhas melhores expectativas. A dinâmica de grupo estabelecida na "organização temporária de aprendizagem" permitiu testar vários fenómenos de grupo e de trabalho em parceria. Ficou bastante claro a relação entre a tomada de uma posição - responsabilidade - e consequências, e como este processo é particularmente difícil quando as nossas acções são determinantes para a vida de terceiros. Valeu muito esta formação! A boa notícia é que esperamos ainda no decorrer deste ano ou início do próximo realizar em Portugal uma formação experiencial semelhante para profissionais do sistema de protecção. Se achar a ideia interessante, envie um mail pois é importante termos uma percepção da recepção deste tipo de formação. PVS

Aprender de forma experiencial

Uma das coisas que melhor caracteriza o modelo da Tavistock é a capacidade de criar espaços e ambientes de aprendizagem sem existir a necessidade da construção de relações de ensino directivas do tipo "eu falo e tu ouves". A Tavi é exactamente conhecida pela capacidade de colocar os seus formandos a pensar e a viver um conjunto de situações emocionalmente exigentes que obrigatoriamente levam à aprendizagem. Ontem pude verificar que o modelo de Group Relations, da conferência, pela ausência de apresentações téoricas (método expositivo) e pela não directividade que encerra, assusta muita gente. Ansiedade que ao longo do dia se vai transformando em motivo de análise e reflexão numa cultura aberta de análise por parte do grupo alargado e dos diferentes sub-grupos. Ontem aprendi bastante sobre exercício de autoridade, negociação e representatividade. Levataram-se questões pertinentes de legitimidade em grupos e de organização de sistemas de decisão. Hoje o trabalho continua... Não...

Curso "Containment for growth" (OPUS)

Em colaboração com OPUS - An Organisation for Promoting Understanding of Society Destinatários Psicólogos Médicos Enfermeiros Assistentes Sociais Técnicos de Reinserção Social Professores Educadores Responsáveis por equipas de prestadores de cuidados e outros profissionais cuja actividade esteja relacionada com crianças e adolescentes em contexto de acolhimento residencial Objectivos Promover a oportunidade para os participantes explorarem, no workshop, temas relacionados com o exercício do processo de autoridade, liderança e iniciativa e estabelecerem ligações entre a aprendizagem no workshop e a experiência de trabalho com crianças e jovens em contexto de acolhimento residencial Programa PLENÁRIO DE ABERTURA GRUPO DE ESTUDO - Reuniões de pequeno grupo (12 elementos) com um dos formadores / consultores. GRUPO DE BASE - Reuniões de pequeno grupo (12 elementos), com um dos formadores/consultores. Neste grupo as ligações entre os papeis assumidos no workshop e nas or...

Formação baseada em "Group Relations"

À primeira vista a formação baseada em “Group Relations” pode parecer semelhante a qualquer outra formação. Tem um programa, uma equipa de organização, um grupo de participantes e módulos. Ao olharmos mais atentamente apercebemo-nos que este tipo de formação se distingue radicalmente de uma formação tradicional onde os conteúdos pedagógicos estão previamente definidos e onde a autoridade maioritariamente reside no formador. “Group Relations” é o termo utilizado a partir dos finais dos anos 50 pela equipa do Instituto Tavistock para se referir ao método laboratorial de estudo das relações humanas dentro e entre grupos. Este método laboratorial foi numa primeira fase desenvolvido por Bethel e Maine tendo por base o modelo de aprendizagem experencial em grupo resultante dos trabalhos de Kurt Lewin e posteriormente desenvolvido por W. R. Bion na forma de grupos sem líder. As conferências baseadas em “Group Relations” são organizadas de forma a criar oportunidades de aprendizagem exper...

Organization in the Mind

Gostaria de partilhar convosco um dos últimos livros que adquiri e que me pareceu óptimo para a reflexão sobre a vida mental das nossas organizações. " Organization in The Mind: Psychoanalysis, Group Relations and Organizational Consultancy ", de David Armstrong, publicado pela Karnak Books. O livro não se refere concretamente a instituições de acolhimento de crianças mas permite retirar muitas ideias úteis sobre tópicos essenciais como sejam liderança, autoriadade, gestão de fronteiras institucionais e consultoria. O autor inscreve-se numa linha teórica conhecida por Modelo Tavistock que incorpora conceitos da Psicanálise com conceitos da teoria sistémica. Excelente livro para todos os que querem reflectir sobre a dinâmica organizacional. PVS