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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Natal

Pai Natal Solidário CTT

Os CTT estão a organizar a campanha "Pai Natal Solidário" e convidam a que se seja solidário realizando o(s) desejo(s) criança(s) desfavorecida(s) ou em risco. Para tal basta ir a  http://painatalsolidario.ctt.pt  e: 1. escolher uma carta; 2. juntar o(s) presente(s) pedidos na carta; 3. entregar o(s) presente(s) numa estação de correio. Os CTT encarregam-se depois de fazer chegar o(s) presente(s) à criança. As cartas ao Pai Natal vão também estar disponíveis no Facebook em  http://www.facebook.com/opainatal . Para apadrinhar uma carta no Facebook deve-se escrever por baixo da foto da mesma, na caixa dos comentários, "Eu quero ser padrinho / madrinha desta carta", e a primeira pessoa que o fizer poderá então realizar o pedido da criança e entregar no prazo máximo de 3 dias úteis a(s) prenda(s) numa estação dos CTT, não esquecendo de indicar o número da carta que apadrinhou. Os CTT pedem ainda que após a selecção da carta seja enviado um email para pain...

Férias dos centros de acolhimento

Foi com alguma surpresa que chegou-me a notícia que diversos centros de acolhimento temporários de crianças em risco vão fechar para férias de Natal. Pergunto-me então para onde vão as crianças colocadas nestas instituições! Regressam aos pais e familiares que se vêem temporariamente afastastados das suas crianças por neles recairem suspeitas de maus-tratos? Ou, com os pais ainda detentores do poder paternal, e em muitos dos casos sem ainda terem tido oportunidade de exercerem o direito de contraditório, as crianças vão para familias "amigas" sem nenhum vínculo jurídico ou psicológico que assumem sem demoras o papel de família nesta quadra. Talvez as crianças não sejam embrulhos de Natal e os centros de acolhimento, tal como os Hospitais, Polícia, Bombeiros e outros serviços, devessem todos trabalhar 365 dias por ano. PVS

Natal

Nesta época é normal que a sociedade se lembre dos milhares de crianças institucionalizadas. Situação que toca a todos nós enquanto cidadãos e que se torna dificil de ser pensada. Uma criança passar o Natal sem uma família desperta na maoria de nós sentimentos de culpabilidade que nos empurram para tomarmos alguma acção. Observamos algumas famílias generosas que fazem questão de acolher uma ou duas crianças no seu seio familiar durante a quadra natalícia de forma a lhes proporcionar uma experiência de família. Contudo, uma análise mais aprofundada leva-nos a pensar até que ponto esta acção não serve mais a protecção do sentimento de culpabilidade social do que a real necessidade das crianças. Porque afinal de contas aquela não é nem será a família delas... Algumas instituições não fecham no Natal, permanecendo os seus funcionários a trabalhar na noite de 24, lembrando que o acolhimento é 365 dias por ano e que no Natal há crianças sem lar. A estas últimas obrigado por nos lembrar...